Braquiterapia de alta taxa de dose no câncer de próstata

Radiocare Centro avançado de Radioterapia

Braquiterapia tem sua origem no termo grego “brakhus”, que significa perto. Ela tem sido utilizada no tratamento médico desde a descoberta da radioatividade. E, a segurança na aplicação e a tecnologia de entrega de dose têm aumentado suas indicações.

A braquiterapia de alta taxa dose no câncer da próstata é uma técnica de radioterapia na qual são inseridas fontes radioativas na próstata e ao seu redor, com intuito de matar ou esterilizar as células cancerosas. Possui uma taxa de sucesso de até 90%, dependendo do caso, e sua indicação varia conforme as características da doença, as comorbidades (condição da pessoa portadora de uma doença que passa a possuir outra(s) doenças); do paciente, e os fatores de risco associados.

Pode ser utilizada como tratamento único ou em associação à radioterapia externa. Existem diversos tipos de esquemas de tratamento, que variam desde uma a duas aplicações por dia, em dose única ou até um número maior de aplicações.

Na braquiterapia de alta taxa, o médico radio-oncologista insere os aplicadores ou cateteres na próstata do paciente. Depois de posicionados os aplicadores, são carregadas as fontes radioativas através de um robô, que controla precisamente o tempo da fonte em cada posição dentro da próstata. O procedimento é feito com anestesia (em geral raquianestesia ou peridural) e o paciente não sente dor durante o posicionamento dos cateteres ou a aplicação do tratamento.

Após o término do mesmo, os cateteres são retirados do paciente, e após o procedimento, não há mais radiação.  As fontes radioativas tipicamente utilizadas são as de Irídio (Ir 192) e o tempo de tratamento é, em geral, bem mais curto que a radioterapia externa. Dependendo da dose a ser administrada, a aplicação pode durar apenas alguns minutos.

A maioria dos pacientes não precisa ficar internada no hospital, voltando para casa logo após a recuperação anestésica. Se for indicada mais de uma aplicação, o paciente será admitido no hospital, estando sempre devidamente medicado para possíveis desconfortos.

Em estudos recentes, a braquiterapia com alta taxa de dose para tumores de próstata mostrou-se bem tolerável pelos pacientes, com redução significativa de queixas urinárias, intestinais e, também em relação à função sexual se comparada a cirurgia e ao histórico da técnica.

Outro estudo, o ASCEND-RT, publicado neste ano de 2017, comparou a qualidade de vida em pacientes com câncer de próstata que receberam as duas técnicas de radioterapia: Radioterapia externa e, neste caso, a braquiterapia com baixa taxa de dose. Os pacientes dos dois grupos responderam a questionários sobre qualidade de vida após o tratamento. Foram avaliados aspectos como dor, bem-estar geral, vida social, saúde emocional e física, sintomas intestinais e urinários e função sexual. Esses pacientes foram acompanhados, em média  até 6 anos após o tratamento. Houve melhora significativa da eficácia quando comparada a Radioterapia isolada com um excelente perfil de toxicidade.

Portanto, além de ter uma elevada taxa de cura, a braquiterapia proporciona uma melhor qualidade de vida geral. Os riscos de incontinência urinária e disfunção erétil, por exemplo, que são relativamente comuns após a cirurgia, são menores após o tratamento com braquiterapia. O risco de sequelas graves é baixo e, em geral, reversível.

Por fim, a braquiterapia mostrou ser uma alternativa segura para pacientes com tumores de próstata iniciais e pouco agressivos, quando a doença se encontra apenas na glândula, e deve ser oferecida como opção ao paciente, caso ele seja elegível para a técnica. Nos pacientes de doença de risco intermediário e alto, a braquiterapia tem se mostrado uma forte aliada no aumento das chances de cura do câncer de próstata e uma aliada importante do arsenal terapêutico.

Artigo escrito por Bruna Bonaccorsi, Radio-oncologista

“A opinião contida nesse Blog não necessariamente representa a opinião da Radiocare, não a vincula, e é de responsabilidade pessoal e exclusiva de quem a escreveu.”

Cuidados com a pele durante a radioterapia

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A radiodermite é definida como uma lesão de pele e dos seus anexos provocada pelos raios X ou por outras radiações ionizantes. É popularmente conhecida como a “queimadura de pele” causada pela radioterapia.  Diferente do senso comum, a radiodermite não pode ser prevenida pelo uso de cremes, mas suas consequências podem ser atenuadas por medicamentos tópicos e outros cuidados.

O dano à pele é a consequência final de uma cascata de eventos que se inicia com a interação da radiação com a água dentro das células do organismo e a produção de radicais livres. Esses radicais livres interagem com o DNA das células, interrompendo sua renovação e produzindo inflamação local. A intensidade da radiodermite pode ser pouco perceptível ou chegar até ao limite de uma queimadura complexa. Atualmente, são classificadas em graus, de acordo com a severidade da lesão. São eles:

  • Grau I: avermelhamento leve ou descamação seca da pele, que podem ser associados a prurido (coceira) e quedas de pelos ou cabelos.
  • Grau II: avermelhamento moderado e edema intenso, que podem ocasionar uma descamação úmida limitada às dobras da pele. Essa descamação pode estar associada à dor local.
  • Grau III: descamação úmida extensa em outras localizações e inchaço no local, inclusive com formação de bolhas.
  • Grau IV: necrose cutânea ou ulceração de toda espessura da derme, podendo estar associadas a sangramento, dor e infecções secundárias.

Não se conhecem todos os fatores de sensibilidade ou resistência natural que diferenciam pessoas que recebem certa dose de radiação, mas é sabido que cada um pode reagir de maneira diversa. Com o avanço tecnológico da radioterapia, essas reações diminuíram bastante. A energia utilizada nos aparelhos atuais minimiza a dose na pele. Entretanto, outros fatores, tais como a anatomia da paciente e dados clínicos da doença podem influenciar no planejamento, na forma de realizar a radioterapia e, consequentemente, na intensidade dos sintomas apresentados.

Existe um grande número de compostos que visa a proteção à radiodermite, como aloevera, andiroba, camomila, calêndula, trolamina, entre outros. Até hoje, somente os estudos com cremes à base de corticoides, medicamentos administrados na forma de cremes e pomadas, demonstraram eficácia na prevenção da mesma. Infelizmente, os corticosteroides não são isentos de efeitos indesejáveis e, por isso, devem ser utilizados somente quando necessário e indicado por um médico.

Algumas recomendações gerais podem ser válidas nesse cenário:

  • Hidratação oral,
  • Limpeza da região irradiada com água em temperatura ambiente e sabonete neutro,
  • Não aparar pelos com lâminas,
  • Evitar roupas sintéticas,
  • Priorizar roupas de algodão,
  • Reduzir contato com vapores e não aplicar pomada, loção, creme ou perfume sem recomendação médica.

Por fim, converse com seu médico. A avaliação dele é essencial para um diagnóstico correto, classificação e posterior tratamento.

 Artigo escrito por Ana Paula de Freitas P. Fonseca, Radio-oncologista da Radiocare

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Braquiterapia Ginecológica aliada na busca pela cura dos tumores ginecológicos

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A braquiterapia consiste na aplicação de fontes radioativas bem próximas ao local do corpo que receberá a radiação. Dessa maneira, consegue-se despejar uma alta dose de radiação no volume a ser tratado, minimizando-a em tecidos sadios adjacentes. No caso de tumores ginecológicos, como os de colo uterino ou endométrio (camada interna do útero), é introduzida uma sonda (ou um cilindro) através da vagina e um aparelho direciona uma fonte radioativa, através da sonda, para irradiação do colo uterino e vagina. Essa fonte ficará dentro da sonda (ou cilindro) entre 15 a 30 minutos e em seguida será retirada.

Geralmente, é um procedimento que não requer anestesia e é realizado em quatro aplicações, normalmente, duas vezes na semana. Durante a sessão, a paciente não apresentará sintoma algum e, logo após o término do procedimento, a mesma poderá ir para casa. Algumas horas ou dias após a braquiterapia, poderão ocorrer algumas reações agudas.

Entre essas reações, estão:

  • Ardor ao urinar,
  • Aumento na frequência da micção (necessidade de urinar várias vezes em pouca quantidade),
  • Aumento na frequência das evacuações e eliminação de muco nas fezes.

Importante: durante o tratamento, não há contraindicação em manter relações sexuais; porém, devido aos efeitos colaterais agudos, pode haver desconforto ou ardor vaginal.

Alguns meses ou anos após o término da braquiterapia, as paredes vaginais podem sofrer fibrose ou endurecimento, com perda da elasticidade e, assim, a vagina pode se tornar estreita. O médico ou a enfermeira especializada possuem orientações específicas sobre exercícios de dilatação vaginal. Esses exercícios são realizados com a ajuda de um dilatador, que é introduzido na cavidade vaginal e tem como objetivo evitar a estenose ou estreitamento da vagina.

Assim, a paciente terá alguns benefícios como: mais facilidade em ser submetida a exames ginecológicos, com coleta de células do colo uterino ou fundo vaginal (exame de Papanicolau); maior conforto durante relações sexuais e menor probabilidade de apresentar dor vaginal durante a penetração. Relações sexuais também ajudam a evitar o estreitamento vaginal e, ato contínuo, esses benefícios resultam em melhores seguimento oncológico e qualidade de vida.

Outros efeitos que podem ocorrer após o tratamento é a infertilidade e menopausa. Se houver necessidade de radioterapia externa na pelve, os ovários receberão uma dose de radiação capaz de provocar infertilidade e menopausa precoce. As doses de braquiterapia isolada podem não ser suficientes para causar falência ovariana; porém, quando somadas à radioterapia externa, contribuem para a infertilidade.

É extremamente importante que a paciente, e/ou o casal, se informe antes do tratamento sobre os efeitos colaterais comuns e esperados e também dos incomuns que, apesar de improváveis, podem ocorrer. Algumas medidas simples podem evitar grande sofrimento. O maior inimigo nessa hora é o constrangimento e a vergonha. Como usual, o médico é a fonte mais importante de informação e o maior aliado das pacientes.

*Texto pode ser reproduzido com citação das fontes.

 Artigo escrito por Leonardo Chamon, Radio-oncologista da Radiocare

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O cuidado centrado na pessoa

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O processo de decisão do tratamento, durante muitos anos, foi centrado exclusivamente na decisão do médico. Reconhecido por seu notório saber, competia a ele prescrever o melhor tratamento e, ao paciente, seguir sua orientação sem contestação.

A importância da participação ativa do paciente nos processos de discussão e decisão quanto a seu tratamento só muito recentemente foi reconhecido como parte essencial dos cuidados médicos. O conceito atual, que tem norteado a prática médica, se baseia na filosofia conhecida como medicina baseada em evidência. Ela se apoia em três princípios: o médico deve basear suas decisões em orientações que apresentem a melhor evidência externa disponível, ou seja, estudos bem elaborados e publicados em revistas médicas de reconhecida excelência; deve usar sua experiência acumulada e seu senso crítico em benefício do paciente, e, finalmente, ouvi-lo respeitosamente. Nenhum ato médico pode ser realizado sem que a pessoa seja adequadamente informada de efeitos colaterais e benefícios. O tratamento deve ser realizado, portanto, apenas se houver expresso consentimento do paciente.

Mais recentemente, a Health Foundation, entidade filantrópica independente do Reino Unido recomendou que se ampliassem os limites do modelo tradicional biomédico, centrado na doença, para a prática do tratamento centrada na pessoa. Sugere que se avalie de forma mais global o significado da doença para o paciente, considerando três direitos fundamentais: o de ser tratado com dignidade; respeito e compaixão e buscando os valores que são importantes para a pessoa que receberá o tratamento.

Todos nós somos diferentes e reconhecemos o adoecer de maneira muito particular. Temos temores, fundados ou fantasiosos, e somos capazes de enfrentar a realidade de forma muito própria. O tratamento deve ser adaptado às necessidades e aspirações de cada indivíduo e, não obrigatoriamente, ser realizado de forma padronizada.

Muitos fatores podem influenciar no desejo do paciente de opinar e se envolver nos processos de decisão do tratamento, como os sociais, culturais, o tipo de doença, estado físico, crenças e preferências individuais. Alguns pacientes, voluntariamente, transferem seu direito de opinar a seus familiares ou ao médico, sendo indispensável respeitar suas limitações. Em outros casos, os pacientes querem desenvolver um papel ativo na escolha do tratamento e os profissionais de saúde devem apoia-los em suas decisões. Existem pesquisas que demonstram que em casos de participação ativa, os pacientes são mais aderentes ao tratamento e mais satisfeitos com os cuidados; também os profissionais de saúde se sentem mais gratificados com aumento do senso de integração e melhora no relacionamento com os pacientes.

No contexto atual muito se discute sobre a necessidade de humanização dos cuidados, e seguramente, um passo nessa direção é a adoção das medidas sugeridas pela medicina centrada no paciente.

Artigo escrito por Miguel Torres Teixeira Leite, Radio-oncologista da Radiocare

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Como a radioterapia estereotáxica tem ajudado a combater o câncer

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A radioterapia estereotáxica, também conhecida como Radiocirurgia, SBRT ou SABR (StereotacticBodyRadiotherapy ou StereotacticAblativeradiotherapy) é uma técnica de radioterapia externa que alia a precisão da localização dos aparelhos modernos com altas doses de radioterapia, necessárias para atingir alguns tipos de tumores.

Na SBRT é utilizado um sistema de coordenadas tridimensional para localizar volumes-alvo no interior do corpo e, assim, direcionar feixes de radiação focados precisamente no tumor.

Para a execução dessa técnica, são necessárias: imagens detalhadas de tomografia computadorizada e de ressonância magnética; planejamento computadorizado tridimensional, e posicionamento de tratamento adequado para administrar a dose de radiação com precisão extrema, minimizando a ação sobre tecidos sadios.

Existem dois tipos de radiação estereotáxica:

  1. Radiocirurgia estereotáxica: refere-se a uma única aplicação de radioterapia estereotáxica realizada com vários feixes de radiação, convergindo-se sobre um alvo preciso, geralmente uma lesão localizada no cérebro ou coluna vertebral. Apesar da denominação, não é realizada cirurgia ou incisão com bisturi.
  2. Radioterapia Estereotáxica: refere-se a mais de uma aplicação de radioterapia estereotáxica sobre um alvo preciso. Geralmente, são realizadas de 3 a 8 frações com doses de radioterapia mais elevadas que o usual.

Essas duas modalidades de radioterapia são mais adequadas para tumores relativamente pequenos. Os médicos usam exames de imagens para localizar exatamente a lesão a ser tratada. Um suporte ou aparato imobilizador pode ser personalizado para manter o corpo completamente imóvel durante o tratamento. No caso da radiocirurgia ou radioterapia estereotáxica cerebral, utiliza-se um halo de metal preso sobre a cabeça ou uma máscara termoplástica especial para imobilizar e localizar precisamente o alvo.

Quando o halo de metal é usado, o mesmo é fixado ao crânio por um neurocirurgião. Esse especialista injeta um anestésico local logo abaixo do couro cabeludo, para anestesiar a área, e insere pinos especiais superficialmente aos ossos cranianos. Esses parafusos irão fixar o halo ao crânio. Os pinos fixadores do crânio e o halo são removidos após o término do tratamento. Cada radiocirurgia, dura, em média, de 20 a 50 minutos.

Quando o halo não é utilizado, usa-se uma máscara facial especial, que, ao ser derretida, é colocada ao redor da cabeça e molda exatamente os contornos da mesma, mantendo-a fixa e em posição de tratamento.

Uma das vantagens da radioterapia estereotáxica é a capacidade de entregar a quantidade adequada de radiação sobre o tumor em um curto período de tempo (geralmente um a oito dias, ao contrário de várias semanas). Além disso, o tratamento é entregue com extrema precisão, minimizando os efeitos colaterais sobre tecidos sadios adjacentes ao tumor. Ao final do procedimento, na grande maioria das vezes, não há necessidade do paciente ficar internado e o mesmo retorna para casa com a mesma condição clínica que adentrou ao departamento de radioterapia antes de ser tratado.

Essa técnica é adequada para pequenos tumores bem definidos, que podem ser visualizados através de exames de imagem. Portanto, essa abordagem não é adequada para todas as situações. Além disso, a dosagem de radiação fornecida com segurança pode ser limitada se a lesão está localizada próxima a uma estrutura ou órgão sensível, tal como a medula espinhal, tronco cerebral ou intestino. Geralmente, o tratamento gera edema (inchaço) de tecidos sadios próximos ao tumor, podendo gerar efeitos colaterais variados, que dependem da localização do mesmo. Pacientes com tumores cerebrais, por exemplo, podem apresentar piora parcial dos sintomas neurológicos durante alguns dias após o procedimento, que tendem a melhorar espontaneamente ou com tratamento adequado.

CONDIÇÕES QUE PODEM SER TRATADAS COM RADIAÇÃO ESTEREOTÁXICA

A radiocirurgiaestereotáxica é utilizada para tratar condições que envolvem o cérebro ou coluna vertebral, incluindo:

  • Tumores que se iniciam no cérebro (gliomas e outros tumores primários do sistema nervoso central)
  • Tumores que se disseminaram para o cérebro (metástases cerebrais)
  • Tumores que se disseminaram para a coluna vertebral (metástases ósseas)
  • Tumores benignos decorrentes das membranas que recobrem o cérebro (meningiomas)
  • Tumores benignos do ouvido interno (neurinoma do acústico)
  • Vasos sanguíneos anormais no cérebro (malformações arteriovenosas).

Radioterapia Estereotáxica Corporal é usada para tratar pequenos tumores no tórax, abdômen ou pelve, que não podem ser removidos cirurgicamente ou tratados com radioterapia convencional, incluindo:

  • Câncer de pulmão em estádios iniciais
  • Cânceres que se iniciaram em outro órgão e migraram para o pulmão (metástases pulmonares)
  • Cânceres que se iniciaram em outro órgão e migraram para o fígado (metástases hepáticas)

Esses exemplos abrangem as condições mais comumente tratadas, mas não correspondem a todas as possibilidades de tratamento com essa técnica. Os pacientes com tumores pequenos e pouco numerosos são os melhores candidatos à radioterapia estereotáxica. Nem todos os pacientes podem se beneficiar desse tipo de tratamento. Somente o radio-oncologista pode dizer se essa abordagem é uma opção para sua condição específica.

Artigo escrito por Leonardo Antônio G. Chamon, radio-oncologista da Radiocare

“A opinião contida nesse Blog não necessariamente representa a opinião da Radiocare, não a vincula, e é de responsabilidade pessoal e exclusiva de quem a escreveu.”